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Os seis novos heróis de Deadlock: Qual deve ser seu main

Nossa equipe analisa os seis novos heróis de Deadlock, suas decisões táticas e como escolher seu próximo personagem principal.

Os seis novos heróis de Deadlock: Qual deve ser seu main
Os seis novos heróis de Deadlock: Qual deve ser seu main

Seis novos heróis tornam a escolha de um main empolgante e, surpreendentemente, difícil. Nossa equipe vai além das imagens de apresentação para abordar as perguntas que realmente importam na partida: onde lutar, quando entrar de vez e o que fazer quando o combo inicial não resolve. Seja para voltar ao jogo ou comparar opções de boosting de Deadlock, entender o elenco vem primeiro.

Nossa abordagem é simples: explicar as mecânicas confirmadas, identificar as decisões por trás delas e separar estilos de jogo promissores de um hype prematuro. Não vamos distribuir classificações de tier S sem fundamento. Queremos encontrar heróis que valem a pena aprender e confrontos que merecem respeito.

Conheça os seis novos heróis de Deadlock

O elenco de City Never Sleeps conta com Rat King, Baba, Solomon, Deadman Danny, Nurse Harrow e Violet. A Valve deixou a ordem de lançamento nas mãos dos jogadores, com duas estreias programadas por semana, às terças e sextas-feiras, às 14h no horário do Pacífico, a partir de 2 de outubro de 2026. Essa distinção importa: um herói ter sido revelado não significa que já esteja disponível para jogar.

Antes de entrar na análise, confira nosso resumo de referência.

Situação dos lançamentos: anúncios confirmados até 14 de outubro de 2026. Esta tabela não inclui um resultado não verificado da votação de 16 de outubro.

HeróiBase de jogabilidade confirmadaSituação do lançamento
Rat KingGranadas que ricocheteiam, um enxame de ratos, redução de dano e um estandarte de batalhaLançado em 2 de outubro
BabaThreadsap que rouba poder espiritual, um banco animado, poções mágicas e pássarosLançada em 6 de outubro
SolomonHabilidades inspiradas no xadrez que combinam fontes de dano posicionáveis, proteção de aliados e controle de inimigosLançado em 9 de outubro
Deadman DannyUm lança-foguetes, combate aéreo, mísseis de marcação, descarga de combustível e uma finalização explosivaLançado em 13 de outubro
Nurse HarrowNão vamos definir sua função nem avaliar suas habilidades até verificar um kit oficial completoSem confirmação neste levantamento
VioletNão vamos definir sua função nem avaliar suas habilidades até verificar um kit oficial completoSem confirmação neste levantamento

As bases de jogabilidade e as datas dos heróis já lançados seguem os anúncios da Valve. Nossas recomendações abaixo são interpretações táticas, não afirmações comprovadas sobre taxas de vitória ou posições no meta atual.

Rat King: pressão precisa ter um objetivo

Nossa leitura de Rat King começa com um princípio: sobreviver a uma entrada só é útil se essa entrada gerar algum resultado.

Recomendamos pensar na pressão dele em termos de espaço. Antes de avançar, identifique qual posição queremos obrigar os adversários a abandonar: uma esquina, uma entrada ou um ângulo de tiro. Depois, confira se os aliados conseguem aproveitar esse espaço.

Essa é a diferença entre liderar uma luta e simplesmente ser o primeiro a entrar nela.

Como conduziríamos a luta

Nossa sequência preferida gira em torno de decisões, não de um combo fixo:

  • Definir de onde a equipe consegue acompanhar a jogada.
  • Pressionar sem perder o acesso à cobertura.
  • Entrar de vez quando os aliados tiverem uma abertura que possam aproveitar.
  • Reavaliar a situação quando os adversários cederem espaço.

O perigo é tratar as ferramentas defensivas como um sinal verde para continuar perseguindo. Se o inimigo recuar para além do alcance da nossa equipe, talvez já tenhamos vencido a disputa por posição.

Contra Rat King, nossa primeira pergunta é se precisamos mesmo aceitar a luta que ele quer. Preferimos testar um recuo controlado seguido de uma nova entrada, em vez de gastar todos os recursos automaticamente na investida inicial dele.

Mais indicado, na nossa visão: para quem gosta de abrir espaço e acompanhar a própria equipe, não apenas o alvo.

Rat King tactical illustration showing teammate access around a street corner

Antes de entrar de vez, conferimos se a equipe consegue aproveitar a abertura.

Baba: faça as peças desse kit incomum trabalharem juntas

O apelo de Baba é evidente. Nossa prioridade é transformar esse potencial em algo consistente.

Recomendamos aprender o kit dela como uma sequência de objetivos: criar uma vantagem, prolongar a troca, garantir segurança para a próxima decisão e aproveitar a oportunidade quando ela surgir. Não precisamos usar todas as habilidades em toda troca.

Aprenda também a hora de parar

Nosso teste favorito para um combo desconhecido é simples: o que nos faz parar?

Talvez o alvo alcance uma cobertura. Talvez apareça outro adversário. Talvez nosso aliado mude de direção. Queremos ter essa decisão em mente antes de sair perseguindo alguém por uma parte do mapa que ainda não conhecemos bem.

Com Baba, priorizaríamos uma interação confiável em vez de várias sequências elaboradas. Depois de entender por que a troca básica funciona, podemos acrescentar complexidade sem perder o plano de vista.

Do outro lado, nossa recomendação é igualmente prática: identificar qual ferramenta ela já usou antes de escolher uma resposta. Não queremos gastar todas as opções só porque a tela ficou cheia de efeitos.

Mais indicada, na nossa visão: para quem gosta de testar interações entre habilidades e aperfeiçoar o timing.

Solomon: o controle começa antes da luta

Vemos Solomon como um convite para pensar uma jogada à frente, não cinco jogadas à frente enquanto a luta de verdade acontece em outro lugar.

Nosso ponto de partida preferido é uma posição que os aliados já queiram ocupar. Uma preparação inteligente vale pouco se nossos causadores de dano não conseguem contribuir dali.

Planeje a saída junto com a preparação

Antes de preparar uma posição, fazemos três perguntas:

  • Por onde esperamos que os adversários se aproximem?
  • O que nossos aliados conseguem fazer daqui?
  • O que nos faria mudar de posição?

A terceira pergunta evita uma armadilha conhecida: insistir em um plano só porque já investimos esforço nele.

Se os adversários escolherem outra rota, recomendamos reavaliar a situação imediatamente. A preparação não deve virar uma obrigação de ficar.

Contra Solomon, nosso primeiro teste seria mudar a rota de aproximação, em vez de desafiar repetidamente a mesma posição preparada. Tratamos isso como um ponto de partida tático, não como uma resposta garantida.

Mais indicado, na nossa visão: para quem gosta de posicionamento, antecipação e criação de oportunidades para os aliados.

Solomon positioning illustration with a planned approach and an alternative route

Nossa preparação inclui um motivo para mudar de posição, não apenas um motivo para ficar.

Deadman Danny: planeje a saída antes da entrada

Nossa primeira pergunta sobre Deadman Danny não é o quanto o ataque impressiona. É onde esperamos estar depois dele.

Recomendamos avaliar cada investida em três partes: entrada, dano relevante e fuga. Se só conseguimos explicar as duas primeiras, o plano ainda precisa de ajustes.

Um ângulo é uma oportunidade, não uma obrigação

Antes de atacar, queremos um alvo definido e um motivo claro:

  • Estamos criando uma pressão que nossos aliados conseguem aproveitar?
  • Estamos obrigando alguém a abandonar uma posição valiosa?
  • Conseguimos sair se o alvo sobreviver?

Evitaríamos medir o progresso inicial apenas por abates. Uma meta de treino melhor é criar ataques úteis sem acabar isolado repetidas vezes.

Ao enfrentar Danny, também prestaríamos atenção à provável rota de retorno dele, não apenas à posição atual. Queremos entender em que ponto a troca fica mais fácil de contestar.

Mais indicado, na nossa visão: para quem gosta de movimentação, ângulos de ataque e decisões rápidas sobre quando entrar.

Deadman Danny tactical illustration marking entry, pressure, and exit routes

Planejamos a saída antes de assumir o ângulo de ataque.

Nurse Harrow e Violet: o que podemos dizer com responsabilidade

Queremos dar espaço às duas heroínas sem tratar incerteza como análise.

Nurse Harrow: não defina a função pelo nome

Não vamos chamar Nurse Harrow de curandeira dedicada sem verificar seu kit.

Antes de recomendá-la a quem gosta de suporte, precisamos entender suas interações com aliados, exigências de posicionamento, necessidade de recursos e contribuição quando a equipe está em desvantagem.

Nossa recomendação é manter o interesse e deixar a definição de função para depois.

Violet: deixe as mecânicas orientarem a recomendação

Estamos aplicando o mesmo critério a Violet.

Antes de sugerir uma build ou um nível de dificuldade, precisamos estabelecer o que as decisões dela realmente exigem: mira, movimentação, preparação, gerenciamento de recursos ou acompanhamento coordenado da equipe.

Nossa postura em relação às duas heroínas é intencional: preferimos deixar uma pergunta em aberto a publicar uma resposta cheia de certeza com base na aparência ou em prévias não verificadas.

Com quem jogar e o que pode mudar?

Recomendamos escolher um foco de aprendizado, em vez de correr atrás de um suposto vencedor.

Estilo de jogo preferidoNossa recomendação inicialPrimeiro hábito a praticar
Criar pressão coordenadaRat KingConferir se os aliados conseguem acompanhar antes de entrar
Explorar interações entre habilidadesBabaAprender uma sequência útil e a hora de encerrá-la
Preparar posições favoráveisSolomonDecidir quando abandonar a preparação
Encontrar ângulos de ataque agressivosDeadman DannyEscolher a saída antes da entrada
Descobrir uma opção ainda pouco definidaNurse Harrow ou VioletVerificar o kit completo antes de assumir uma função

De olho no meta: entrada e acompanhamento

Nossa hipótese é que as mudanças mais interessantes virão de como as equipes conectam suas decisões, e não de qual novato rende o clipe mais impressionante.

Avaliaríamos uma composição com quatro perguntas:

  • Quem inicia a luta?
  • Quem consegue acompanhar imediatamente?
  • Quem protege o recuo?
  • O que continua sendo útil se a primeira tentativa falhar?

Essa estrutura também ajuda a evitar conclusões precipitadas com base em desempenhos individuais. Antes de chamar um herói de apelão, queremos separar a força das mecânicas da falta de familiaridade dos adversários, da coordenação e da execução.

Nossa lista para a primeira sessão

Recomendamos manter o aprendizado focado:

  • Ler as descrições atuais das habilidades.
  • Praticar uma interação confiável.
  • Identificar uma opção segura de saída.
  • Aprender a reconhecer o sinal mais claro de perigo de um herói adversário.
  • Rever uma entrada desnecessária depois de cada partida.

Nosso objetivo não é entender seis kits em uma noite. É terminar a sessão com algo que consigamos repetir amanhã.

Perguntas frequentes sobre os novos heróis de Deadlock

Qual novo herói os iniciantes devem testar primeiro?

Recomendamos começar pelo herói cujas decisões básicas pareçam mais claras. Neste elenco, compararíamos a proposta de pressão de Rat King com a proposta de preparação de Solomon antes de fazer uma escolha pessoal, sem presumir que qualquer um dos dois seja automaticamente fácil.

Qual novo herói é o mais forte?

Não vamos declarar um vencedor sem evidências adequadas e específicas do patch. Nossa recomendação prática é priorizar a consistência e reavaliar a força dos heróis conforme surgirem informações confiáveis.

Devemos aprender os seis imediatamente?

Recomendamos aprender um herói para jogar e um novo confronto para entender. Isso dá um foco administrável sem ignorar o que os adversários podem trazer.

Como avaliar os primeiros guias de builds?

Conferimos se o guia explica suas compras, alternativas e os tipos de luta que pretende buscar. Valorizamos um plano de jogo claro mais do que uma lista de compras sem explicação.

Para quem considera boosting barato de Deadlock, nossa recomendação é separar as metas de rank das metas de aprendizado de heróis. Seja qual for o caminho de progressão escolhido, ainda precisamos entender claramente nossa entrada, nossos limites e nossa saída.

Nosso veredito: escolha o herói cujas decisões você quer aprender a tomar melhor. Aprenda um padrão confiável, reconheça o que o pune e evolua a partir daí. É assim que transformamos um novo personagem em um main, e não apenas em mais um retrato que testamos uma vez.

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